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Clube do Ouvinte da Paz

Benfeitor e você: A pobreza de Maria – A humildade

  • Publicado em 04/12/2018

No Magnificat Maria se declara como a pobre serva, aquela que havia sido escolhida, preparada, agraciada para ser a Mãe do Filho de Deus, se colocava de forma escondida e humilde.

São Luís Maria Grignion de Monfort afirma que:


Durante a vida, Maria permaneceu muito oculta. É por isso que o Espírito Santo e a Igreja lhe chamam Alma Mater, Mãe escondida e secreta. A sua humildade foi tão profunda, que não teve na Terra atrativo mais poderoso nem mais contínuo que o de se esconder de si mesma e de toda criatura, para que só Deus a conhecesse.


3. A fim de atender aos pedidos que Ela lhe fez para que a ocultasse, empobrecesse e humilhasse, aprouve a Deus ocultá-la na sua conceição e nascimento, na sua vida, mistérios, ressurreição e assunção, aos olhos de quase toda criatura humana. Seus próprios pais não a conheciam, e os anjos perguntavam muitas vezes entre si: “Quem é esta?” (Ct 8, 5), porque o Altíssimo lhe escondia ou, se alguma coisa lhes revelava a seu respeito, infinitamente mais lhes ocultava.


4. Deus Pai consentiu em que Ela não fizesse milagres em vida, pelo menos manifestos, embora lhe tivesse dado poder para isso. Deus Filho permitiu que quase não falasse, embora tendo-lhe comunicado a sua sabedoria. Deus Espírito Santo deixou que os Seus Apóstolos e Evangelistas falassem muito pouco sobre Ela, apenas o necessário para dar a conhecer Jesus Cristo, apesar de Ela ser a sua esposa fiel.


No Magnificat, Maria reconhece sua pequenez e a grandeza de Deus.


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PRODUÇÃO: Guilherme Rocha