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Clube do Ouvinte da Paz

Benfeitor e você: a intercessão de Santa Teresinha na vida de Pranzini

  • Publicado em 08/10/2018

Henrique Pranzini, se relacionou com uma mulher muito rica de nome Regina, e pelo que consta, para apoderar-se da fortuna dessa mulher, matou a ela, sua filha e a empregada.

Depois de preso e enquanto esperava sua condenação, Pranzini recebeu, em vão a visita de vários sacerdotes: já que não dava sinal algum de arrependimento e não temia a condenação eterna.

O fato repercutiu em toda a França e chegou ao conhecimento de Teresa. Justamente nesses dias, Teresa sentia em sua alma um apelo de Jesus, que ela própria descreveu: “Ele fez de mim uma pescadora de almas. Senti um grande desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores. (…) Olhando uma fotografia de Nosso Senhor crucificado, comoveu-me ver o sangue que corria de uma de suas mãos divinas e causou- me grande pena a consideração de que esse sangue caía por terra sem que ninguém procurasse recolhê-lo, e resolvi manter-me em espírito ao pé da Cruz para receber esse Divino Orvalho e distribuí-lo às almas (…) Eu ardia do desejo de arrancar das chamas do inferno as almas dos grandes pecadores”.


Quando soube de Pranzini ela rezou, fez sacrifícios e mandou celebrar uma Missa, nessa intenção. Sua confiança na misericórdia divina lhe dava a certeza de que esse infeliz seria perdoado, mesmo se ele não se confessasse nem sequer se mostrasse arrependido. Entretanto, ela pediu a Jesus apenas um sinal de arrependimento, simplesmente para que lhe servisse de consolação. E esse sinal lhe foi dado!


No dia seguinte ao da execução, ela leu no jornal “La Croix” a descrição detalhada dos derradeiros minutos de vida do criminoso:


“Às cinco horas menos dois minutos, abre-se a porta da prisão e assoma pálido o assassino. O capelão, Pe. Faure, põe-se à sua frente, ele repele o padre e os carrascos. Ei-lo diante da guilhotina para onde o carrasco Deiblero empurra. Um ajudante, colocado do outro lado, agarra-lhe a cabeça, para mantê-la presa pelo cabelo embaixo da lâmina prestes a cair. Antes, porém, talvez um relâmpago de arrependimento tenha atravessado a consciência do criminoso. Pranzini pediu ao capelão o crucifixo e beijou-o duas vezes. Depois, o cutelo caiu, e quando um dos ajudantes agarrou pelas orelhas a cabeça cortada, concluímos que, se a justiça humana estava satisfeita, talvez este derradeiro ósculo tenha satisfeito também a Justiça Divina, a qual pede, sobretudo, o arrependimento”.

Teresa deu graças a Deus por esse seu primeiro pecador convertido, a quem ela chamou de“meu primeiro filho”. Enquanto Santa Teresinha utilizava o dinheiro que ajuntara no seu cofrezinho para encomendar Missas pela alma de Pranzini a cada dia 31 de agosto, aniversário da execução do condenado. Hábito este que, com a devida licença da superiora, conservou também no Carmelo.


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PRODUÇÃO: Guilherme Rocha