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Clube do Ouvinte da Paz

Benfeitor e você: Teresinha e sua infância espiritual

  • Publicado em 04/10/2018

O conceito de "infância espiritual" existe na Igreja desde o seu começo. Basta ir ao Evangelho e notar que a condição que Jesus estabelece para que seus discípulos entrem no Reino dos céus é que se transformem em criancinhas. Esta verdade foi desenvolvida por muitos mas só atingiu seu cume com Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face.

Santa Teresinha dizia: Deus chama à santidade não somente as grandes almas, mas também uma legião de almas pequeninas” Santa Teresinha contemplava os grandes santos, aos quais chamavam águias, olhava sua pequenez, e se considerava um pequeno passarinho. Ela percebe que não é uma águia, mas tem os seus olhos e o seu coração. Ela diz que é pequena, mas tem desejos como dos grandes santos.

“Como pode uma alma tão imperfeita como a minha aspirar à plenitude do Amor? Ó Jesus! Meu primeiro, meu único Amigo, Tu que amo unicamente, dize-me que mistério é esse. Por que não reservas essas imensas aspirações para as grandes almas, para as águias que planam nas alturas? Considero-me apenas um mero passarinho coberto de leve penugem, não sou uma águia, só tenho dela os olhos e o coração, pois apesar da minha extrema pequenez ouso fixar o Sol Divino, o Sol do Amor, e meu coração sente em si todas as aspirações da águia..."

A "infância espiritual" também consiste em não dar demasiada importância aos próprios pecados. 

"Ser criança é ainda não atribuir a si própria as virtudes praticadas, acreditando-se capaz de alguma coisa; é reconhecer que o bom Deus coloca este tesouro na mão de sua criancinha para que ela se sirva dele quando precisar; mas é sempre o tesouro do bom Deus. Enfim, é nunca desanimar por causa de seus erros, pois as crianças caem com frequência, porém são pequenas demais para se machucar muito."

Isso, porque Teresinha se abandonava inteiramente na misericórdia de Deus.

“Mesmo que eu tivesse na consciência todos os pecados que se possa cometer, iria, com o coração dilacerado pelo arrependimento, lançar-menos braços de Jesus, pois sei o quanto ama o filho pródigo que volta para Ele.Não é porque Deus, na sua obsequiosa misericórdia, preservou minha alma do pecado mortal que me elevo para Ele pela confiança e pelo amor”.

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PRODUÇÃO: Guilherme Rocha