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Benfeitor e você: Teresinha, a missionária pela oração

  • Publicado em 03/10/2018

Quando entrou no Carmelo, Teresa fez uma confissão geral, e o padre assegurou que ela jamais havia cometido um pecado mortal. No dia 10 de janeiro de 1889, Teresa recebeu o hábito da Ordem. 

Ela achava que seu pai não estaria na cerimônia, pois já apresentava sintomas da arteriosclerose cerebral que lhe provocou paralisia, tirou-lhe a sanidade mental, e que acabou por levá-lo à morte. Porém o Sr. Martin se recuperou surpreendentemente e pôde participar, da solenidade, ocasião em que Teresa o abraçou pela última vez. Na última visita às filhas, ele estava tão debilitado que mal podia falar. No momento de separar-se delas, só conseguiu dizer: “Até ao céu!”.

Após a morte do Sr. Martin, a filha Celina, que até o fim cuidou do pai, entra para o Carmelo, onde já se encontravam três das outras irmãs. A entrada de Celina no Carmelo foi o sinal que Teresinha pedira a Deus de que seu pai havia ido diretamente para o céu.
No dia 9 de junho de 1895, na festa da Santíssima Trindade, Teresa se oferece como vítima de holocausto ao Amor misericordioso de Deus, para salvação das almas.No início de 1895, por determinação de madre Inês de Jesus, Teresa dá início aos escritos que futuramente comporão o livro História de uma alma, que resume sua vida e doutrina. A obra, publicada um ano após sua morte, já foi traduzida em 58 idiomas e é responsável por várias histórias de conversão em todo o mundo.

Em meio a sua rotina, nutria o desejo de ser missionária. Mas não foi da vontade de Deus que Teresa partisse em missão. Entretanto, ela foideclarada Padroeira Universal das Missões, sem nunca ter saído do Carmelo, mostrando o valor da oração e do sacrifício para a salvação das almas. 

Teresa contraiu tuberculose. Na Sexta-feira Santa, ela vomitou sangue, e percebeu que aquilo provavelmente era sinal de proximidade da morte. Ela foi tomada de grande alegria, pela esperança de em breve estar com seu amado Jesus. Porém ainda havia um longo caminho de sofrimentos a percorrer.

No dia 17 de julho, sentindo aproximar-se a morte, fez a célebre declaração: “Sim, quero passar meu céu a fazer o bem na terra”.
Em 28 de julho, agrava-se bastante seu estado de saúde, e dois dias depois Teresa recebe a Unção dos Enfermos e o Viático. Após uma inesperada melhora, volta a sofrer atrozmente. Durante esse período, chegou a dizer: “Que seria de mim se o Bom Deus me não desse força? Não se faz ideia do que é sofrer assim. […] Que grande graça possuir a fé! Não fosse minha fé, matar-me-ia, sem hesitar um só instante”. Teresa comunga pela última vez em 19 de agosto.

Próximo da hora de sua morte, fixou o olhar na imagem da Virgem do Sorriso, segurou firmemente o crucifixo e disse: “Meu Deus, eu vos amo, eu vos amo.”

Depois dessas últimas palavras, seu semblante voltou à expressão de saúde ao olhar para um ponto abaixo da estátua da Virgem do Sorriso; ela parecia estar em êxtase. Logo em seguida, fechou os olhos e faleceu, aproximadamente Teresa foi enterrada no mesmo cemitério de Lisieux em que estavam sepultados seus pais.

Logo após a sua morte, inúmeros foram os milagres atribuídos a Teresinha. Ela foi beatificada em 29 de abril de 1923 e canonizada em 17 de maio de 1925, pelo Papa Pio XI, que a proclamou padroeira universal das missões, ao lado de São Francisco Xavier, em 14 de dezembro de 1927. Em 1997 o Papa João Paulo II proclamou-a doutora da Igreja Universal, incluindo-a num rol reservado a apenas 33 outros santos da Igreja, dos quais somente três são mulheres.

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