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Benfeitor e você: A doce e difícil infância de Santa Teresinha

  • Publicado em 02/10/2018

Maria Francisca Teresa Martin nasceu em Alençon, França, no dia 2 de janeiro de 1873. Seus pais, Zélia e Luís Martin, também santos, a educaram segundo os valores cristãos. Teresinha era mais nova de cinco filhas. Todas entraram para a vida religiosa. 

Teresa teve uma infância extremamente feliz. Sua mãe em escritos dizia que ela era uma criança alegre, esperta, carinhosa e obstinada. E assim permaneceu até os quatro anos, ocasião em que sua mãe morreu de câncer.

Aos 10 anos, Teresinha foi acometida de uma doença de diagnóstico incerto. Certa noite, Teresa teve tremores e alucinações, que se agravaram até que ela ficou sem falar. Os médicos não conseguiam nem mesmo fazer um diagnóstico. No entanto, ela foi instantaneamente curada após olhar para o sorriso de uma imagem de Nossa Senhora das Vitórias,que se encontrava em seu quarto. A partir daí, surgiu a devoção à “Virgem do Sorriso”. 

Em 8 de maio de 1884, Teresa fez sua primeira comunhão. O acontecimento foi comparado por ela a um beijo de amor e a uma fusão de amor com Jesus. Ela pensava em seguir o caminho de sua irmã Paulina: ser carmelita. 

Teresinha, era muito mimada e sensível. No entanto, em um acontecimento familiar ela viveu uma profunda obra de amadurecimento. No Natal, eracostume da família, ao chegar da missa, colocar presentes em sapatos. O pai, gostava de ver a filha dar gritos de alegria naquelas ocasiões, mas naquele dia estava fisicamente cansado e, sem saber que a menina o ouvia, disse palavras que a feriram: “Que sorte ser este o último ano!”¬. Ele dizia porque Teresa já tinha 14 anos.

Teresa subiu as escadas com lágrimas nos olhos. Sua irmã Celina percebeu o que se passara. Teresa então sufocou as lágrimas e, contrariando seu comportamento habitual, refez-se e desceu rapidamente as escadas. Diz ela que o Bom Deus operou um pequeno milagre para fazê-la crescer de uma vez e transformar a menina mimada e sensível em uma pessoa forte e corajosa.
Teresa resolveu contar ao pai seu desejo de entrar para o Carmelo. Apesar da tristeza pela separação, o pai entendeu que essa era a vontade do Senhor, dizendo “que o Bom Deus lhe fazia grande honra em lhe pedir assim suas filhas.

Numa peregrinação a Roma, com o pai e a irmã Celina, Teresinhateve uma audiência com o Papa. Depois de lhe beijar os pés, com os olhos marejados e a voz trêmula, pediu ao Santo Padre permissão de entrar para o Carmelo aos 15 anos de idade. Informado pelo vigário geral que o assunto estava sendo examinado pelos superiores do Carmelo, Leão XIII disse a Teresa: “Vamos lá… Vamos lá… Entrareis, se o Bom Deus o quiser!”

E o Bom Deus o quis. Após inúmeros obstáculos, foi autorizada a entrada de Teresa para o Carmelo no dia 9 de abril de 1888, quando era celebrada a festa da Anunciação. Ao meditar sobre qual seria o seu nome ao entrar para o Carmelo, ocorrera-lhe a lembrança de Jesus pequenino, e pensou que seria muito feliz se se chamasse Teresa do Menino Jesus. Sem saber de seus desejos, madre Maria de Gonzaga teve a ideia de chamá-la exatamente assim, para sua enorme alegria.

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