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Clube do Ouvinte da Paz

Benfeitor e você: Testemunho de Emmir Nogueira sobre a intercessão dos anjos

  • Publicado em 27/09/2018

Há uma história especial onde tive de viajar de carro, sozinha, para Pacajus, devido a uma emergência na comunidade estabelecida nesta cidade. Sabia que o carro estava com os documentos atrasados, mas não tinha outra opção senão entrar no carro e sair o mais rápido possível.

Antes de entrar na BR, pedia ao Senhor, que enviasse seus anjos para que não fosse parada no posto do então Detran, onde hoje é o anel viário. Alguns quilômetros antes do posto, onde a pista dupla estreitava, fui cortada por uma caminhonete Rural Willys velhíssima, branca, com a tinta toda gasta e a porta traseira amarrada por uma corda. O motorista pareceu-me um grande “barbeiro”, pois dirigia muito lentamente e não me dava chance de ultrapassar. Aquela situação foi-me irritando, mas resolvi ficar pacientemente atrás da caminhonete, na esperança de que, na cancela do Detran, ela ficasse retida devido ao seu estado deplorável e, assim, eu pudesse escapar da fiscalização.

Para minha surpresa, na cancela o motorista e seu companheiro acenaram e gritaram amigavelmente para os guardas e passaram sem problemas. “Colada” neles, também eu passei sem ser parada pelos guardas, agradecendo aos anjos por me terem protegido.

Ainda um bom tempo a caminhonete seguiu à minha frente, sem deixar-me ultrapassar, de tal forma que cheguei a pensar em assalto e, temerosa, resignei-me a ir até o final atrás dela, pensando o tempo todo no atraso que me estava causando. 

Em dado momento, uma carreta saiu da pista contrária e cortou a caminhonete pela frente, vindo para o acostamento à nossa direita. Um imenso susto. Mais uma vez, agradeci a Deus e aos anjos que me protegiam. Logo depois da “cortada” da carreta, chegamos a um quebra-molas, na entrada da cidade de Horizonte. 

A caminhonete, sempre à minha frente, subiu lentamente o quebra-molas mais enviesada do que normalmente se faria. “Eita cara barbeiro!”, pensei. O motorista, então, debruçou-se na janela, colocou o tronco quase todo para fora, e, meio virado para trás para mim acenou largamente e dobrou para a esquerda.

 Aliviada por me ver livre do “barbeiro” e sem corresponder ao seu aceno, segui para subir o quebra-molas, pois vinha imediatamente atrás dele. Tive, então a curiosidade de olhar pelo retrovisor e espelho lateral para ver aonde tinha ido a caminhonete. Não havia sinal dela, nem de estrada à esquerda, nem de casa ou sítio onde ela pudesse ter estacionado ou entrado!

Estranhamente, cheguei ao meu destino no horário previsto, embora tivesse tido de dirigir bem mais lentamente que o normal devido à caminhonete, que me impedira a passagem o tempo todo. Na volta, algumas horas mais tarde, passei atentamente pelo local, procurando sinal da caminhonete (nas cidades à beira da estrada, é comum os carros da região estacionarem diante das casas). 

Teria sido a caminhonete um anjo enviado por Deus? Teria este anjo meio “barbeiro, sem dúvida”- me livrado da fiscalização do Detran, da colisão com a carreta? Porque, passado os dois perigos, o motorista havia posto metade do corpo para fora e acenado, sorridente, tomando a esquerda? Uma brincadeira? 

Porque não fui capaz de seguir a caminhonete pelo retrovisor ou pelo espelho lateral, apesar da baixa velocidade provocada pelo quebra-molas? Deus sabe estas respostas todas. De minha parte, acostumada com a proteção dos anjos, posso identificar algumas características destes nossos amigos, em especial de Rafael, sobre quem falamos agora.


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PRODUÇÃO: Guilherme Rocha