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Tempo de Viver

Cerco de Jericó: Estudo Bíblico do dia 17-09-18 (SEG)

  • Publicado em 17/09/2018

Tema: Discurso de Estevão

Indicação: Leia atos dos Apóstolos 7,8b-18, perceba que o nosso passado tem impactos lógicos e consequenciais, José foi bom, temente a Deus, deixou-se formar por Deus, ouviu a Ele em santidade e temor.

"Assim, Abraão teve um filho, Isaac, e, passados oito dias, o circuncidou; e Isaac, a Jacó; e Jacó, os doze patriarcas. 9.Os patriarcas, invejosos de José, venderam-no para o Egito. Mas Deus estava com ele. 10.Livrou-o de todas as suas tribulações e deu-lhe graça e sabedoria diante do faraó, rei do Egito, que o fez governador do Egito e chefe de sua casa. 11.Sobreveio depois uma fome a todo o Egito e Canaã. Grande era a tribulação, e os nossos pais não achavam o que comer. 12.Mas quando Jacó soube que havia trigo no Egito, enviou pela primeira vez os nossos pais para lá. 13.Na segunda, foi José reconhecido por seus irmãos, e foi descoberta ao faraó a sua origem. 14.Enviando mensageiros, José mandou vir seu pai Jacó com toda a sua família, que constava de setenta e cinco pessoas. 15.Jacó desceu ao Egito e morreu ali, como também nossos pais. 16.Seus corpos foram trasladados para Siquém, e foram postos no sepulcro que Abraão tinha comprado, a peso de dinheiro, dos filhos de Hemor, de Siquém. 17.Aproximava-se o tempo em que devia realizar-se a promessa que Deus havia jurado a Abraão. O povo cresceu e se multiplicou no Egito 18.até que se levantou outro rei no Egito, o qual nada sabia de José."

Entenda o texto e responda aos quesitos anotando tudo o que o Senhor lhe disser.

O pacto da circuncisão era o símbolo dado a Abraão para que ele nunca se esquecesse daquele Deus que prometera abençoá-lo. O sinal dessa promessa foi transmitido de geração em geração, de Génesis 17 para o tempo do confronto entre Estêvão e o Sinédrio. Abraão foi salvo pela fé (Gn 15.6), e o símbolo da circuncisão era um sinal externo que demonstra a autenticidade de sua fé. Semelhantemente, Deus não abençoaria os ouvintes de Estêvão por causa da circuncisão deles, mas por causa da fé.

A alusão aos patriarcas é uma referência ao neto de Abraão e aos seus 12 filhos. O nome do pai dos patriarcas, Jacó, significa usurpador, e foi mudado por Deus para o Israel, defensor de Deus. Os 12 filhos de Jacó foram os fundadores das 12 tribos de Israel.

A fome provou ser um dos meios providenciais utilizado por Deus para trazer os irmãos de José ao Egito à procura de alimentos — e, o mais importante, foi o meio de promover reconciliação entre eles.

Estêvão declarou que setenta e cinco pessoas foram para o Egito. A passagem de Génesis 46.26 indica que 76 pessoas acompanharam Jacó na viagem ao Egito: não contando Jacó, José e seus dois filhos. Estêvão derivou o número 75 da Septuaginta, tradução grega do Antigo Testamento. Aparentemente, os tradutores somaram 12 esposas (Gn 46.26 afirma que
o número 76 não incluía as esposas). Entretanto, eram apenas nove esposas e não 12, porque as esposas de Judá e Simeão já tinham morrido, e a de José já estava no Egito.
 
Por que o Estêvão fez a observação de que os patriarcas foram enterrados em Siquém? Naquele tempo, Siquém era o centro religioso dos samaritanos. Perto estava o monte Gerizim, local onde fora construído o templo dos samaritanos (Jo 4.20). Estêvão fora acusado de falar contra o templo de Jerusalém, o que tinha tanto peso quanto falar contra o próprio Deus. O aspecto central do argumento de Estêvão estava no fato de que Deus tinha falado com Seu povo fora de Jerusalém, com ou sem templo. O local mais importante determinado por Deus ao Seu povo era o monte Sinai, que sequer ficava perto Jerusalém.

Os descendentes de Abraão desfrutaram de grande crescimento e prosperidade; o povo cresceu e se multiplicou, o que se tornou um grande inconveniente para os egípcios, especialmente a partir do faraó que não conhecia a José.

Diante dessas descobertas, ore com sua genealogia, procurando abençoar seus antepassados com palavras de louvor e ação de graças a Deus por tudo.